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Parar para pensar e falar sobre um assunto que faz parte da nossa vida é desvelar-se, é expor-se. É tomar consciência dos erros e acertos que marcaram a vida dos filhos.

Não faltam livros, artigos e ensaios sobre como educá-los, sobre como fazê-los enfrentar a vida com resiliência e compaixão, ou, dependendo do modo como enxergamos o mundo, com garra e ferocidade, mas, na hora do aqui e agora, no momento do conflito, parece que a teoria não dá conta de todas as possibilidades, de todas as situações que surgem. E é nesse momento único, impossível de se reproduzir, que a percepção é elemento fundamental nesse encontro dialógico entre “criador e criatura”. Percepção não só do ser à nossa frente, mas principalmente de nós mesmos e do modo como reagimos ao que se apresenta a nós.

Essa reação muitas vezes tem a ver com o que vivenciamos no passado. Reproduzimos, mesmo sem querer, o que nos foi ensinado. Uma reprodução imperfeita, com certeza, pois há nesse encontro outra época e outros papéis sociais. Naquele momento, nosso papel social era de filho ou filha, hoje, de mãe ou pai. Por vezes saem disso boas reações, estratégias bem produtivas, em outras, deixamos nossos piores sentimentos prevalecerem.

Mas como podemos lidar com esses conflitos? O que é “certo”? O que nossos filhos podem assimilar de bom nesse momento, que os leve a refletir sobre o aprendizado?

Não há respostas prontas e nem livros que deem conta disso, somente a certeza de que o melhor caminho é o da tentativa de se conhecer e de conhecer os nossos filhos, para agir com firmeza e amor.

Nessa minha caminhada como mãe, com muitos acertos e erros, tive sempre uma certeza: de que deveria ensinar meus filhos a enxergar o Outro, com amor e compaixão. A partir daí, em qualquer situação, familiar, profissional ou amorosa, eles se sairiam bem.

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Parar para pensar e falar sobre um assunto que faz parte da nossa vida é desvelar-se, é expor-se. É tomar consciência dos erros e acertos que marcaram a vida dos filhos.

Não faltam livros, artigos e ensaios sobre como educá-los, sobre como fazê-los enfrentar a vida com resiliência e compaixão, ou, dependendo do modo como enxergamos o mundo, com garra e ferocidade, mas, na hora do aqui e agora, no momento do conflito, parece que a teoria não dá conta de todas as possibilidades, de todas as situações que surgem. E é nesse momento único, impossível de se reproduzir, que a percepção é elemento fundamental nesse encontro dialógico entre “criador e criatura”. Percepção não só do ser à nossa frente, mas principalmente de nós mesmos e do modo como reagimos ao que se apresenta a nós.

Essa reação muitas vezes tem a ver com o que vivenciamos no passado. Reproduzimos, mesmo sem querer, o que nos foi ensinado. Uma reprodução imperfeita, com certeza, pois há nesse encontro outra época e outros papéis sociais. Naquele momento, nosso papel social era de filho ou filha, hoje, de mãe ou pai. Por vezes saem disso boas reações, estratégias bem produtivas, em outras, deixamos nossos piores sentimentos prevalecerem.

Mas como podemos lidar com esses conflitos? O que é “certo”? O que nossos filhos podem assimilar de bom nesse momento, que os leve a refletir sobre o aprendizado?

Não há respostas prontas e nem livros que deem conta disso, somente a certeza de que o melhor caminho é o da tentativa de se conhecer e de conhecer os nossos filhos, para agir com firmeza e amor.

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Tenho uma filha de 1 ano e 3 meses. Há um mês fizemos nossa primeira grande viagem de férias desde que ela nasceu. Ficamos 20 dias fora nos curtindo 24 horas por dia. Foi muito bom, dentre outras razões, pois tanto eu quanto minha esposa trabalhamos fora de casa e não conseguimos passar o dia inteiro com nossa pequena. 
Os problemas começaram em nossa volta. O retorno ao dia a dia. 
Logo no primeiro dia, quando da chegada da babá, ela começou a chorar sem parar. Não porque a babá faça algo contra ela, pois a babá fica na casa de minha mãe sob supervisão dela e nunca tivemos problemas. A questão é que rapidamente minha filha entendeu que a chegada da babá acontece no mesmo momento em que eu e minha esposa saímos de casa para nossos trabalhos. O rostinho dela chorando e dando os bracinhos pra você buscando que você a pegue é realmente de cortar o coração. A vontade de deixar tudo pra trás e ficar com ela é enorme, mas sabemos que as coisas não são tão simples assim e também entendemos, com base no que lemos, que se trata de um momento pelo qual ela precisa passar. Entender que saímos mas acabamos sempre voltando. 
Estamos fazendo uma pequena re-adaptação. Não saímos no mesmo momento em que a babá chega, permanecendo um pouco ainda em casa fazendo nossas atividades sempre a vista dela para que quando ela se entretenha com algo possamos sair.  Outras sugestões de como podemos fazer essa adaptação são bem vindas.
Alexandre
 

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Logo no primeiro dia, quando da chegada da babá, ela começou a chorar sem parar. Não porque a babá faça algo contra ela, pois a babá fica na casa de minha mãe sob supervisão dela e nunca tivemos problemas. A questão é que rapidamente minha filha entendeu que a chegada da babá acontece no mesmo momento em que eu e minha esposa saímos de casa para nossos trabalhos. O rostinho dela chorando e dando os bracinhos pra você buscando que você a pegue é realmente de cortar o coração. A vontade de deixar tudo pra trás e ficar com ela é enorme, mas sabemos que as coisas não são tão simples assim e também entendemos, com base no que lemos, que se trata de um momento pelo qual ela precisa passar. Entender que saímos mas acabamos sempre voltando. 
Estamos fazendo uma pequena re-adaptação. Não saímos no mesmo momento em que a babá chega, permanecendo um pouco ainda em casa fazendo nossas atividades sempre a vista dela para que quando ela se entretenha com algo possamos sair.  Outras sugestões de como podemos fazer essa adaptação são bem vindas.
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A fralda descartável é um dos itens mais importantes do enxoval do bebê. Existem diversas marcas, modelos, tamanhos e características, e os papais de primeira viagem acabam ficando confusos com tanta informação. Antes do nascimento do bebê, é difícil dimensionar as reais necessidades e um misto de medos e novidades toma conta. Para ajudar a escolher o modelo certo de fralda, separamos algumas dicas essenciais a respeito desse item.

LEIA MAIS  - Quais cuidados devemos ter com bichinhos de pelúcia?

Os modelos de fralda descartável existentes

Entre os modelos de fralda descartáveis comuns, existem pelo menos quatro mais encontrados e populares. Conheça um pouco de cada um e quando eles podem ou devem ser usados.

Fralda descartável comum

A fralda descartável comum é a mais conhecida e a mais econômica. Entretanto, pode não ser o modelo ideal para o seu bebê, pois sua tecnologia é mais simples e suscetível a vazamentos e irritações. Nesse caso, vale testar e ver o que se adapta melhor ao seu filho.

Fralda descartável respirável

A fralda descartável respirável tem um sistema exclusivo que ajuda a pele do bebê a respirar normalmente, evitando alergias ou as temidas assaduras, que aparecem facilmente em superfícies úmidas. Sua diferença para os outros modelos está no acabamento, que geralmente apresenta um tecido após o plástico e camadas de gel que ajudam a absorver o xixi. Os pais que querem investir nesse tipo precisam desembolsar uma média de R$ 8 a mais do que nos modelos comuns.

Fralda de praia e piscina

Outro modelo de fralda descartável que está ganhando popularidade é exclusivo para praia e piscina, pois conta com acabamento à prova d'água e o bebê pode brincar livremente sem que ela vaze ou fique encharcada.

Fralda de pano

Apesar de poder ser reutilizada por algumas vezes, a fralda de pano tem sido cada vez mais escolhida pelas mamães que prezam pela sustentabilidade. Hoje é possível encontrar modelos mais modernos, com estampas, velcros e botões, além de um aperfeiçoamento no tecido, que garante mais conforto aos bebês. Entretanto, vale ressaltar que para aderir a esse modelo de fralda é necessário lavá-la diariamente.

LEIA MAIS  - Por que o bebê recém-nascido dorme muito?

O tamanho certo para cada fase do bebê

Existem diversos tamanhos de fralda disponíveis, visando atender ao bebê desde o seu nascimento até o desfralde. Cada um deles é usado em uma fase específica, para que a criança tenha conforto e mobilidade garantida em todos os momentos. Veja os tamanhos de fralda e a idade média em que cada bebê usa:

O que avaliar na hora de escolher a fralda

Com tantos modelos disponíveis, os papais acabam ficando com muitas dúvidas na hora de escolher a fralda descartável correta. Porém, com o tempo, algumas características são perceptíveis e é possível decidir o que é melhor para cada momento. Veja algumas dessas características:

Conforto

O conforto do bebê é essencial, por isso a fralda deve ter acabamento macio ao toque, fazendo com que o bebê se sinta seguro utilizando o produto.

Absorção

A tecnologia de absorção das fraldas descartáveis está ligada diretamente ao número de produtos utilizados por dia. Um modelo com baixa retenção de líquidos, além de poder causar assaduras e alergias, precisará ser trocado com mais frequência, gerando um custo mais alto para os pais. Não sabe como testar a absorção? É simples. Abra a fralda e despeje um copo d'água nela; avalie o resultado e confirme se ela realmente cumpre o que está sendo prometido.

Mobilidade

Acima de tudo, a fralda precisa ser confortável. Conforme vai crescendo, o bebê começa a engatinhar, andar, brincar e pular, e para todas essas atividades ele precisa ter mobilidade. Fraldas com elástico ou com fechamento facilitado com velcro simplificam a vida dos pais e oferecem mais bem-estar aos pequenos.

Umidade

Alguns modelos disponíveis no mercado contam com tecnologia exclusiva que mantém a pele do bebê seca por mais tempo, fazendo a total absorção de líquidos. Também é possível encontrar fraldas com indicador de umidade, que muda de cor quando estão muito molhadas, para que os pais saibam quando é o momento de trocar.

Alergias

Ninguém quer ver o filho sofrendo com alergias e irritações na pele, por isso optar por modelos que oferecem sistema livre desse perigo é essencial. A dica é escolher fraldas hipoalergênicas e dermatologicamente testadas. Se mesmo assim surgirem alergias, procure um médico e troque o modelo de fralda imediatamente.

Vazamentos

É comum ver na internet vídeos de fraldas que vazaram em momentos inesperados, deixando os novos pais desesperados. Para evitar que isso aconteça, o ideal é apostar nos modelos que oferecem essa comodidade, principalmente em longas viagens ou à noite, já que o bebê fica com o produto por mais tempo.

Chá de fralda: quantas unidades devo pedir de cada?

Quando a notícia da chegada de um bebê é anunciada, é comum que amigos e familiares comecem a organizar o famoso \"chá de fralda\". Porém, o grande problema do evento é o desperdício de produto, já que as pessoas compram modelos e tamanhos diferentes sem avaliar a real necessidade da criança. Para ajudar, trouxemos uma média de quantas fraldas o bebê usa de cada tamanho:

LEIA MAIS  - Como saber se a babá do seu filho é boa?

RN: esse tamanho é mais indicado para bebês realmente pequenos, então em alguns casos nem é usada; a dica é aguardar as últimas semanas de gestação para saber o tamanho aproximado da criança e se ela realmente precisará de fraldas tão pequenas;

P: a média de uso de fraldas descartáveis tamanho P é de 480 nos 2 primeiros meses de vida;

M: do 3º ao 6º mês de vida, o bebê pode usar até 720 fraldas descartáveis;

G: 900 é o número de fraldas tamanho G que um bebê pode utilizar do 7º mês até o 1º ano de vida;

EG: a mais usada é a fralda EG, que pode chegar a até 1,8 mil unidades no 1º ano de vida do bebê, de 1 ano a 2 anos.

Com o passar do tempo e a vivência da nova fase, os papais aprenderão a identificar quais são os melhores produtos e o que se adapta melhor ao filho. A dica é não se desesperar e aproveitar os momentos de cada fase.

LEIA MAISComo saber se o peso do bebê está adequado?

Agora que você já sabe tudo sobre fraldas, que tal compartilhar essas dicas com outros pais que estão passando pelo mesmo momento? Compartilhe nas redes sociais!

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LEIA MAIS  - Quais cuidados devemos ter com bichinhos de pelúcia?

Os modelos de fralda descartável existentes

Entre os modelos de fralda descartáveis comuns, existem pelo menos quatro mais encontrados e populares. Conheça um pouco de cada um e quando eles podem ou devem ser usados.

Fralda descartável comum

A fralda descartável comum é a mais conhecida e a mais econômica. Entretanto, pode não ser o modelo ideal para o seu bebê, pois sua tecnologia é mais simples e suscetível a vazamentos e irritações. Nesse caso, vale testar e ver o que se adapta melhor ao seu filho.

Fralda descartável respirável

A fralda descartável respirável tem um sistema exclusivo que ajuda a pele do bebê a respirar normalmente, evitando alergias ou as temidas assaduras, que aparecem facilmente em superfícies úmidas. Sua diferença para os outros modelos está no acabamento, que geralmente apresenta um tecido após o plástico e camadas de gel que ajudam a absorver o xixi. Os pais que querem investir nesse tipo precisam desembolsar uma média de R$ 8 a mais do que nos modelos comuns.

Fralda de praia e piscina

Outro modelo de fralda descartável que está ganhando popularidade é exclusivo para praia e piscina, pois conta com acabamento à prova d'água e o bebê pode brincar livremente sem que ela vaze ou fique encharcada.

Fralda de pano

Apesar de poder ser reutilizada por algumas vezes, a fralda de pano tem sido cada vez mais escolhida pelas mamães que prezam pela sustentabilidade. Hoje é possível encontrar modelos mais modernos, com estampas, velcros e botões, além de um aperfeiçoamento no tecido, que garante mais conforto aos bebês. Entretanto, vale ressaltar que para aderir a esse modelo de fralda é necessário lavá-la diariamente.

LEIA MAIS  - Por que o bebê recém-nascido dorme muito?

O tamanho certo para cada fase do bebê

Existem diversos tamanhos de fralda disponíveis, visando atender ao bebê desde o seu nascimento até o desfralde. Cada um deles é usado em uma fase específica, para que a criança tenha conforto e mobilidade garantida em todos os momentos. Veja os tamanhos de fralda e a idade média em que cada bebê usa:

O que avaliar na hora de escolher a fralda

Com tantos modelos disponíveis, os papais acabam ficando com muitas dúvidas na hora de escolher a fralda descartável correta. Porém, com o tempo, algumas características são perceptíveis e é possível decidir o que é melhor para cada momento. Veja algumas dessas características:

Conforto

O conforto do bebê é essencial, por isso a fralda deve ter acabamento macio ao toque, fazendo com que o bebê se sinta seguro utilizando o produto.

Absorção

A tecnologia de absorção das fraldas descartáveis está ligada diretamente ao número de produtos utilizados por dia. Um modelo com baixa retenção de líquidos, além de poder causar assaduras e alergias, precisará ser trocado com mais frequência, gerando um custo mais alto para os pais. Não sabe como testar a absorção? É simples. Abra a fralda e despeje um copo d'água nela; avalie o resultado e confirme se ela realmente cumpre o que está sendo prometido.

Mobilidade

Acima de tudo, a fralda precisa ser confortável. Conforme vai crescendo, o bebê começa a engatinhar, andar, brincar e pular, e para todas essas atividades ele precisa ter mobilidade. Fraldas com elástico ou com fechamento facilitado com velcro simplificam a vida dos pais e oferecem mais bem-estar aos pequenos.

Umidade

Alguns modelos disponíveis no mercado contam com tecnologia exclusiva que mantém a pele do bebê seca por mais tempo, fazendo a total absorção de líquidos. Também é possível encontrar fraldas com indicador de umidade, que muda de cor quando estão muito molhadas, para que os pais saibam quando é o momento de trocar.

Alergias

Ninguém quer ver o filho sofrendo com alergias e irritações na pele, por isso optar por modelos que oferecem sistema livre desse perigo é essencial. A dica é escolher fraldas hipoalergênicas e dermatologicamente testadas. Se mesmo assim surgirem alergias, procure um médico e troque o modelo de fralda imediatamente.

Vazamentos

É comum ver na internet vídeos de fraldas que vazaram em momentos inesperados, deixando os novos pais desesperados. Para evitar que isso aconteça, o ideal é apostar nos modelos que oferecem essa comodidade, principalmente em longas viagens ou à noite, já que o bebê fica com o produto por mais tempo.

Chá de fralda: quantas unidades devo pedir de cada?

Quando a notícia da chegada de um bebê é anunciada, é comum que amigos e familiares comecem a organizar o famoso \"chá de fralda\". Porém, o grande problema do evento é o desperdício de produto, já que as pessoas compram modelos e tamanhos diferentes sem avaliar a real necessidade da criança. Para ajudar, trouxemos uma média de quantas fraldas o bebê usa de cada tamanho:

LEIA MAIS  - Como saber se a babá do seu filho é boa?

RN: esse tamanho é mais indicado para bebês realmente pequenos, então em alguns casos nem é usada; a dica é aguardar as últimas semanas de gestação para saber o tamanho aproximado da criança e se ela realmente precisará de fraldas tão pequenas;

P: a média de uso de fraldas descartáveis tamanho P é de 480 nos 2 primeiros meses de vida;

M: do 3º ao 6º mês de vida, o bebê pode usar até 720 fraldas descartáveis;

G: 900 é o número de fraldas tamanho G que um bebê pode utilizar do 7º mês até o 1º ano de vida;

EG: a mais usada é a fralda EG, que pode chegar a até 1,8 mil unidades no 1º ano de vida do bebê, de 1 ano a 2 anos.

Com o passar do tempo e a vivência da nova fase, os papais aprenderão a identificar quais são os melhores produtos e o que se adapta melhor ao filho. A dica é não se desesperar e aproveitar os momentos de cada fase.

LEIA MAISComo saber se o peso do bebê está adequado?

Agora que você já sabe tudo sobre fraldas, que tal compartilhar essas dicas com outros pais que estão passando pelo mesmo momento? Compartilhe nas redes sociais!

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