10 dicas do que não fazer com os filhos dos outros
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10 dicas do que não fazer com os filhos dos outros

O filho da melhor amiga, o filho do primão, o sobrinho recém-nascido, o bebêzinho do vizinho. São lindos, a gente sabe, mas são, antes de qualquer coisa, filhos dos outros.

Isso significa que, por melhor que seja sua intenção, por mais carinho que você tenha, ou por mais fofa que seja a criança, segure a onda. Quem manda, quem determina os horários, as rotinas e o que pode e o que não pode são os pais. E contra esse fato, nenhum argumento vale.

Se você já tem filhos, é mais fácil entender. Alguns comportamentos irritam e até ofendem os pais. Outros, por mais que sejam fruto de carinho e cuidado, podem desregular a rotina dos bebês.

Para te ajudar com isso, fizemos uma lista com 10 dicas do que não fazer com os filhos dos outros para você não pagar mico.

1. Nunca acorde um bebê que está dormindo

Vale para os filhos dos outros e para os seus também. Mesmo que seja hora de comer, mesmo que o bebê seja uma graça chorando, mesmo que faça muito tempo que você não vê o bebê.

Quando a criança está dormindo, ela está bem e confortável. Se ela tiver fome, ou sede, ela vai acordar sozinha, naturalmente. Segure a ansiedade e espere por esse momento.

2. Não beije o bebê

Nem segure a sua mão, ou ponha a mão na boquinha dele. Os filhos dos outros têm proteção para os germes e alérgenos comuns à casa deles, aos pais deles. Um estranho sempre traz vírus, bactérias e outro perigos novos. Para que arriscar, não é?

3. Não desautorize os pais da criança

Jamais, em tempo algum, tome as dores da criança, desrespeitando uma orientação dos pais dela. Os filhos dos outros têm a rotina, o cardápio e os valores tutelados pelos pais deles. Quando outro adulto sinaliza que aquilo é bobagem, ou é uma chatice, deixa a criança confusa e os pais, constrangidos.

Aceite que o que vale para você e sua família, talvez não seja o certo a fazer com o filho dos outros. Não insista e, se for algo sério, que incomode demais, chame os pais para uma conversa, longe das crianças.

4. Respeite a alimentação

Não há nada mais chato para os pais do que ficar explicando, justificando e defendendo suas escolhas. Se seu sobrinho de 2 anos não come açúcar por decisão dos pais, não insista para que ele coma o brigadeiro no aniversário. Não tenha pena, respeite e apoie.

Não cabe à gente decidir o melhor para o filho dos outros. Se for questão de saúde, como alergia, ou intolerância alimentar, aí mais ainda cabe aos adultos perguntar, se informar e seguir à risca as instruções.

5. Cigarro e bebida

Mesmo sendo drogas lícitas, pega mal beber e fumar na frente dos filhos dos outros. Se os pais da criança fazem, é uma questão deles. O ideal é não dar esse (mal) exemplo para os filhos dos outros.

6. Criança doente

Se seu filho estiver doente, não o leve para brincar com os filhos dos outros. Do mesmíssimo jeito, não é legal receber as crianças dos amigos quando elas estão adoentadas. Bebês e crianças que não estão na melhor saúde precisam ficar em casa, resguardados, para não piorarem e nem transmitirem sua doença para os filhos dos outros.

7. Religião, futebol e política

Se você sabe quais são as preferências dos pais e da própria criança, não faça papel de chato, insistindo para que ela torça para outro time, ou para que vá a outra igreja com você, ou para que convença os pais a votar no seu candidato. Primeiro, isso é assunto de adulto. É baixo e deselegante. Além disso, coloca a criança num lugar de desconforto.

8. Comparações

Cada um com seu cada qual. Uma das coisas mais chatas a fazer com os filhos dos outros é comparar com outras crianças. Nem seu filho é melhor que os filhos dos outros e nem o contrário. Não compare. Guarde sua opinião para si ou, caso o pai da criança peça sua opinião, converse particularmente com ele.

9. Não rotule

Taxar qualquer criança de arteira, de mal educada, ou de bagunceira pode ser uma atitude cruel e injusta. Primeiro, porque as crianças são sensíveis, internalizam esses rótulos e sofrem, porque não entendem bem essa classificação. Ou seja, não sabem se estão agradando ou desagradando.

10. Bronca pode?

Não pode. Mesmo que a criança tenha feito algo mais complicado, os filhos dos outros não devem ser repreendidos por outros adultos. Uma conversa franca e tranquila, tudo bem. Brigar, dar castigo ou gritar, nem pensar. Se o comportamento da criança é digno de repreensão, ligue para os pais e converse.

Agora que você já sabe o que não fazer com os filhos dos outros, curta e compartilhe nas suas redes sociais. Nada de pagar mico, de furar fronteiras delicadas e de causar mal estar para os filhos dos outros, ok?

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Redação - Alô Bebê

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