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Guia completo: o passo a passo para planejar a gravidez

Guia completo: o passo a passo para planejar a gravidez

É difícil tratar de forma prática a decisão mais bonita e singela que um casal pode tomar: ter um filho. Decidir trazer um bebê para o mundo é, acima de tudo, uma prova de crença no futuro, de otimismo e de fé na vida.

Sim, porque se o casal não acreditar que a vida vale a pena, mesmo com todos os problemas que a trajetória pode eventualmente trazer, nem faria sentido pensar em produzir um herdeiro.

Por isso mesmo, pode parecer um banho de água gelada a gente falar em resoluções práticas, organização, planejamento e passo a passo para encomendar essa criança.

Por outro lado, por mais otimista e cuca fresca que o pai e a mãe sejam, nem todo mundo sabe organizar as tarefas com calma e antecedência. Planejar as tarefas com detalhes e cuidados, se antecipar a possíveis mudanças de rota e manter tudo organizado garante mais tempo livre, mais tranquilidade e mais segurança para curtir infinitamente um dos períodos mais ricos da vida de um homem e de uma mulher: a gravidez.

A natureza foi realmente muito generosa e deu 9 meses, 10 luas ou cerca de 40 semanas para os pais entenderem que vão ser pais, que a vida mudou para sempre, que a trabalheira está apenas começando e que a aventura de criar um filho é, definitivamente, um presentão.

Por isso, é obrigação usar muito bem esse tempo. Acredite, planejar a gravidez só tem vantagens e prepara o pai e a mãe para cada uma das facetas da nova vida que vai iniciar.

Não se engane. São, ao menos, 10 frentes que precisam ser preparadas e atendidas. Da parte emocional de cada membro do casal à parte financeira, passando pela relação com a família e os combinados no trabalho. De enxoval a decoração, passando por babá e curso de gestante.

Já pensou resolver tudo sem se organizar e sem dividir as funções? É bagunça na certa. Planejar a gravidez é o único caminho para cumprir cada uma das etapas e se precaver dos inconvenientes que fatalmente vão pintar. Tudo isso antes que eles apareçam, com tranquilidade para resolver com bastante tempo e até entrar num plano B, caso seja necessário.

Depois disso tudo, certamente você já se convenceu e deve estar se perguntando. “Ok, mas como podemos planejar a gravidez?”. Separamos essa fase em 10 frentes, com providências ou tarefas para as áreas diferentes. Em cada item, você vai encontrar dicas preciosas de outros pais e mães que já enfrentaram uma ou mais gestações e aprenderam na prática sobre a importância do planejamento.

1. Planejar a gravidez é: fazer um acordo

Pode acontecer meio sem querer, numa conversa descontraída, ainda na cama ou na mesa do café da manhã. De repente, você sente que a vida a dois (ou com apenas um ou dois filhos, ou mais ainda) não é mais suficiente e que um bebê está fazendo falta. Essa conversa também pode ser mais formal, marcada com antecedência e com a solenidade devida. Afinal, decidir ter um filho é um grande momento!

Se o parceiro ou a parceira também vê as coisas assim, o casal acaba de marcar um golaço. Essa é certamente a etapa mais difícil na hora de planejar a gravidez: a decisão de comum acordo. Na mesma medida, é um instante ímpar, em que o Universo se dobra ao desejo dos futuros pais e sussurra: "ok, vamos lá".

É bonito que esse momento fique bem marcado e que o casal se lembre dele. Planejar a gravidez é começar do zero mesmo, e esse ponto — quando o casal concorda em engravidar — é, sem dúvida, o marco inicial dessa aventura.

Às vezes, o bebê chega de surpresa, quando o casal ainda está pensando no assunto — ou nem sonhava com isso. Aí o marco zero é a descoberta da gestação. Quando o casal aceita que o bebê chegou num rompante, mas que vai ser legal mesmo assim — e que talvez seja o jeito mais certo para aqueles pais —, é também um momento solene e decisivo. É tão bonito quanto o primeiro e precisa ficar bem registrado.

Qualquer que seja o caso, um bebê bem planejado ou um bebê cheio de surpresas, é preciso organizar essa gravidez desde o comecinho. Se a mulher ainda não está grávida, fica mais fácil. Mas, caso já esteja, correndo um pouco, dá para ficar em dia com o cronograma de tarefas.

2. Planejar a gravidez é: cuidar da saúde

Quando o casal resolve ter um bebê, a primeira providência para planejar a gravidez é ir ao obstetra, pegar uma lista de exames e começar a preparar o corpo para receber a criaturinha. Quanto mais saudáveis os pais estiverem, mais fácil será a concepção e mais tranquila será a gestação.

Essa recomendação vale para a mulher, claro, mas também para o homem. Antes que comecem os treinos, o médico vai pedir alguns exames para o futuro pai. Espermograma, para saber a taxa de fertilidade dele, exames gerais, como hormônios, colesterol, triglicérides e glicose, além de testes para detectar possíveis questões genéticas que dificultem a gravidez.

Não é preciso resistência. É só por desencargo de consciência. Melhor tirar os fantasmas da frente logo, certo? E, se algo for detectado, dá tempo de corrigir antes de a gravidez acontecer mesmo.

Para a mulher, o obstetra pede as dosagens de hormônios, ultrassonografia pélvica baixa, para avaliar a região que vai carregar o bebê, e hemograma bem completo para estudar a saúde como um todo.

Caso ele detecte alguma irregularidade, vale a pena tratar antes de tentar engravidar. O mesmo vale para vacinas que não estejam em dia e para os cuidados necessários quando o sangue da mãe é RH negativo e o do pai, positivo.

Essa condição pode gerar um bebê RH positivo e, nas futuras gestações, há chance de complicação. Por isso, fazer os exames antes tira uma tremenda dor de cabeça do caminho.

Planejar a gravidez é ir ao médico antes de engravidar, fazer os exames, fazer tratamentos se forem necessários e atender às recomendações de saúde e qualidade de vida.

Ou seja: se estão sedentários, comecem a se exercitar. Isso melhora a taxa de fertilidade e prolonga a vida. Lá no futuro, seus netos vão agradecer por essa medida simples.

Se um dos dois fuma, é a desculpa certa para parar. Se estão acima do peso, dá tempo de procurar um nutricionista e ajustar a alimentação. Há dietas perfeitas para quem quer engravidar e para quem quer manter uma gestação bem saudável e equilibrada.

Enquanto o casal estiver nessa fase pré-gestação, dá para tomar outras e importantes providências no que diz respeito à chegada do bebê. Vamos adiante.

3. Planejar a gravidez é: cuidar do orçamento da família

Ter filhos custa algum dinheiro, mas, com organização e planejamento, o orçamento se ajeita, e os gastos com a criança são absorvidos naturalmente.

Além disso, existem gastos desnecessários, e em quase tudo é possível economizar — ou gastar com consciência. Para não estourar o orçamento mesmo antes de o bebê nascer, é fundamental se planejar, fazer a lista das compras fundamentais, dos gastos já sabidos, e guardar uma reserva só para uso com o bebê.

Comecem fazendo o orçamento da família. Onde dá para economizar? O que dá para cortar? Com quanto é possível contar por mês para comprar o enxoval do filhote e arcar com despesas médicas e outras eventualidades.

Chegando a esse valor, fiquem em cima dele. Não estoure nenhum mês, porque isso vai determinar um efeito dominó. A menos que vocês tenham um dinheiro extra em vista, esse estouro de orçamento pode desembocar em dívidas, tudo que uma família não precisa para começar uma nova fase.

É muito comum que, quando um casal anuncia que está esperando um bebê, familiares e amigos deem presentes. Se vocês souberem quem vai dar o que, dá para tirar os itens do orçamento e realocar os recursos.

Algumas empresas oferecem bônus quando a funcionária está grávida ou quando o funcionário avisa que a esposa está gestante. Saiba com quais desses recursos extras vocês poderão contar durante a gravidez e coloquem isso no orçamento também.

Por fim, conversem muito com outros pais de bebês pequenos e descubram quais itens são fundamentais e quais são desnecessários — embora sejam fofos e pareçam uma supersolução imprescindível. Planejar a gravidez é separar o joio do trigo e optar só pelo essencial.

4. Planejar a gravidez é: ter um plano de saúde

Se você ainda não tem, é hora de pensar nisso. O sistema público de saúde no Brasil é eficiente e costuma atender de forma bem digna as gestantes. No entanto, há alguns exames e cuidados mais delicados que não são cobertos por ele. Ou, se são, demoram para ser realizados, o que pode não ser bom.

Além disso, para ter direito ao parto e a colocar o bebê imediatamente no plano, é preciso ser associado há mais de alguns meses, 9 ou 12, dependendo da seguradora. Por isso, é preciso antecedência e proatividade em relação à burocracia.

Há alguns complicadores quando os pais não estão oficialmente juntos; por isso, casar ou fazer uma declaração formal de união pode ser uma boa ideia. Não precisa recorrer à Justiça tradicional se tiver pressa. Câmaras particulares de conciliação e mediação – aprovadas e apoiadas pela Justiça – são rápidas e acessíveis. Se tiver alguma pendência, vale cogitar essa possibilidade.

Planos de saúde costumam ter programas próprios para atender gestantes, incluindo exames e consultas, além do parto propriamente dito. Também dá para escolher o tipo de acomodação e a maternidade em que a mulher dará à luz.

Na mesma linha, os planos de saúde costumam ter atendimentos especiais para recém-nascidos e bebês pequenos, o que dá um adianto bem grande aos cuidados com o pequenino, além da tranquilidade e do alívio para as preocupações naturais.

5. Planejar a gravidez é: organizar o tempo

Ou seja, é saber dizer não. Quando o foco da vida passa a ser gerar outra vida, é preciso aprender a negar oportunidades, convites e até trabalhos. Sinto muito, vocês precisam descansar, namorar, se alimentar bem e fazer exercícios — além de exames e consultas — antes de a gravidez acontecer.

Depois que a gestação se concretizar, aí o casal precisa, além de descansar, namorar, se alimentar bem, fazer consultas e exames, garantir a tranquilidade da fase. Por isso, se preparem para reduzir os plantões, as horas-extras e os trabalhos eventuais e freelances durante a gravidez e depois do nascimento.

Claro que gravidez não é doença e que as mulheres costumam ter muita disposição no período. Mas há compromissos com o bebê e com o próprio corpo que não podem ser adiados.

Caminhar de manhã ou fazer hidroginástica no fim do dia são, sim, compromissos inadiáveis. Dormir 8 horas também. Ir às consultas mensais — depois quinzenais e semanais — são compromissos que não devem ser desmarcados, somente por força maior.

Para que seu chefe, os clientes ou a família entendam que vocês agora têm outras prioridades, é fundamental que o pai e a mãe internalizem isso primeiro. Até porque blindar um pouco a rotina ainda antes do nascimento é uma boa maneira de treinar — e avisar ao mundo — como será depois que o bebê chegar.

O tempo da família vai precisar respeitar o ritmo do bebê e, ao menos no início, quem dá as ordens é vossa majestade, o neném. Por isso, entender como dividir o tempo e as tarefas é fundamental.

Aí também começa a percepção de que ajuda é bom, e todo mundo gosta. Quando a mulher percebe que não é super-humana e que pedir uma força para a sogra não faz dela menos mãe, ela se torna uma mãe melhor, porque estará descansada e tranquila quando o bebê solicitar.

Uma boa ideia para planejar a gravidez é tentar antecipar — e ajustar a rotina — para algo parecido com quando o bebê já estiver em casa. Ele vai ficar com quem durante a licença-maternidade? E depois? A mãe tem horário flexível para amamentar? O pai consegue chegar a tempo de dispensar a babá no horário combinado?

São gestões do tempo que podem e devem começar ainda antes de o neném nascer, porque treinam o pai e a mãe e facilitam a adaptação à nova vida depois do parto.

6. Planejar a gravidez é: fazer contas

E calcular se ainda é cedo ou já está ficando apertado para encomendar o primeiro — ou o segundo, ou o terceiro — filho. Depois de menstruar e antes de entrar na menopausa, a mulher tem, em geral, 30 anos de vida fértil. O homem quase o dobro desse período.

Hoje em dia, os casais preferem ter filhos um pouco mais tarde, para estudar e ter um pouco mais de presença no mercado de trabalho. Essa combinação garante, em geral, rendimentos mais elevados para o trabalhador e maior chance de conseguir outros e novos trabalhos sempre.

Acontece que a rotina de trabalho — prolongada e exaustiva — combinada com os estudos que não podem parar não combinam com filhos pequenos. Por isso, as mulheres e os homens protelam a decisão de ter filhos.

Se, por um lado, ter filho já mais velho é uma garantia de segurança e estabilidade para homens e mulheres, por outro, a idade pode pesar na gravidez. Primeiro, porque a taxa de fertilidade — a chance de procriar — cai com os anos.

No caso das mulheres, os óvulos — que são limitados — envelhecem, e pode ficar mais difícil conceber e manter o embrião gerado com óvulos mais antigos. No caso dos homens, o espermatozoide fica mais lento, e a quantidade cai com o passar do tempo.

Além disso, quanto mais velhos os pais, maiores as chances de questões genéticas, de metabolismo ou de desenvolvimento para o bebê. Por isso, planejar a gravidez é calcular. O casal tem tempo? Não tem? De quanto é esse tempo? Coloquem no papel e vejam o que vale mais a pena fazer.

Se o intervalo for mais longo, dá para planejar e dividir as tarefas com mais calma. Se o relógio biológico estiver tocando, vale a pena dar uma corridinha. Lembrando que a idade pode fazer a gravidez demorar e que ter filho com mais de 35 anos requer mais tempo para consultas e exames.

7. Planejar a gravidez é: ter maturidade

Diferentemente da idade cronológica, a idade da alma e da experiência pode chegar bem cedo. Planejar a gravidez é parar para pensar qual é a sua idade mental e a do parceiro.

Um bebê precisa tanto de pai e mãe maduros e responsáveis quanto de leite. Só a maturidade dos adultos assegura a proteção de que aquele ser humaninho carece e um ambiente que estimula o desenvolvimento, a educação e a solidariedade.

E, antes ainda do nascimento, é preciso ter maturidade para lidar com serenidade para enfrentar os perrengues, as mudanças de humor, o orçamento apertado e as diferenças com a família que vêm no pacote da gravidez.

A maturidade não impede que a mãe se apaixone pelo bebê que ainda nem nasceu, mas ajuda a equilibrar as emoções que estarão à flor da pele. Treinar isso e os outros testes que a vida traz com suavidade e leveza é prova de maturidade. E é isso que a vida vai cobrar.

Quando o casal tem maturidade, lembra que os momentos ruins vão passar. Os bons também passam, mas deixam um gosto e um cheiro bom e uma saudadezinha gostosa. Os maus momentos, quando se tem maturidade, deixam apenas um bom aprendizado e a chance de fazer diferente da próxima vez.

8. Planejar a gravidez é: saber quantos filhos quer ter

Quando o casal decide que quer ter um filho, pode começar a discutir se vai querer ter outro(s) depois. Claro que essa ideia pode mudar radicalmente depois da experiência com o recém-nascido.

Se tudo correu bem, se o bebê era calminho, logo os pais sonham em chamar o próximo filhote. Mas se o bebê é "da pá virada", é capaz de o pai e a mãe repensarem esse planejamento.

Qualquer que seja o caso, é importante se organizar para fazer mudanças mais definitivas — se forem parar num bebê só — ou transformações mais maleáveis, caso caibam outras crianças na casa.

Em termos práticos, estamos falando de planejamento financeiro, preparar uma boa poupança que dê conta de mais de um filho, talvez até um investimento de longo prazo.

Também estamos falando de mudanças na casa. Se só será um filho, o quarto pode ser todo planejado para aquela criança, com as características dela, sem muitas novidades. Se virão outros, onde cabe um berço um dia vai ter de caber um beliche. Assim, o espaço, as reformas, os móveis e as disposições precisam ser menos definitivos e ter mais alternativas de mudança.

O enxoval de quem quer ter mais de um filho precisa ser mais robusto, durável e talvez mais neutro em relação ao gênero. Roupas brancas, amarelas e verdes e decoração em tons terrosos, beges ou off white costumam valer para qualquer bebê, de qualquer sexo.

9. Planejar a gravidez é: ter estabilidade na vida amorosa

Não dá para forçar a barra. Se o casal não está bem entre si, não é um momento para pensar em aumentar a família. Por crise, todo mundo passa. Turbulências também. Por isso, planejar a gravidez é colocar o relacionamento na balança.

Se é um mal-estar passageiro, ótimo. Respirem, resolvam e toquem o barco para frente. Quando o vento virar, vocês recomeçam as discussões sobre ter filhos e engravidar.

Mas, se por qualquer razão, você não acredita que o relacionamento vá sair dessa, pensar em ter filhos — só para manter o casamento ou para dar um propósito para a vida — pode ser uma atitude bem arriscada.

Primeiro, porque engravidar, parir e criar uma criança são providências pra lá de trabalhosas. Se a dois já é exaustivo e desafiador, imagine sozinho ou sozinha.

Coloque no planejamento da gestação uma mudança na relação com seu par. Sim, as coisas mudam. Na maioria das vezes, a cumplicidade e o cuidado mútuo crescem, e a vontade de fazer o parceiro feliz, também.

Pode haver um período de estranhamento no início, no meio ou no fim, ou depois que o neném nasce. Leve em conta, mas leve com leveza. Vai passar. Respeite seu marido ou sua esposa nos medos ou encanações que apareçam, dê tempo e não pressione. As pessoas são as melhores mães ou os melhores pais que puderem ser, mas não são o que você tinha em mente. Humor e tranquilidade ajudam muito.

10. Planejar a gravidez é: encontrar sua vila

Isso significa que você deve se cercar de quem pode ajudar na gestação e na criação do seu filho. Se estiver morando longe, cogite ir para perto dos avós ou dos irmãos. Planeje ter um carro ou morar perto de uma estação de metrô, por exemplo, para facilitar seu deslocamento ou a visita dos amigos.

Faça parte de grupos de ajuda. Planeje gastar um tempo aprendendo, ouvindo experiências, trocando informações. Faça um curso de maternidade e paternidade e encontre ali uma turma para compartilhar as novidades. Vá ao parquinho, frequente espaços infantis e se abra para dar e receber muita informação.

Talvez você ache que as pessoas estão se metendo em sua vida. Mantenha a privacidade, mas aceite a aproximação natural que um bebê promove. Uma mulher consegue criar um filho, mas duas mulheres conseguem, juntas, criar 100. Ou, como diz um ditado antigo, para criar uma criança é preciso uma aldeia inteira.

Um casal não deve se isolar. Ao contrário. Deve criar uma rede de apoio e proteção para criar seu filhote. Planejar a gravidez é encontrar e costurar essa rede.

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Redação - Alô Bebê

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